Aqui na capital o sol está de volta, da janela vejo o mar, azul como nunca, e sempre, sempre exuberante, me faz lembrar do infinito, embora talvez ele, até ele, acabe um dia. Esses meus momentos olhando pela janela são altamente reflexivos, e eu pensei em algo que presumo nunca ter postado aqui, o nome é pequeno, mas cabe muita coisa dentro: status.
Queria entender como alguém toma atitudes e faz coisas, planeja outras, tudo exclusivamente pra agradar alguém, que pode não ta nem aí pra nada, existe babaquice maior do que querer impressionar alguém, mesmo ficando triste por isso? existe razão pra futilidade? ela se explica? Meu Deus, tanta gente passando fome, e tem gente se importando em ter o iphone mais novo. Status.. blef!
sábado, 29 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Infância é sempre infância, não importa a época.
Nesse últimos dias tá sendo bastante abordado o tema infância, por estarmos perto do dia das crianças, milhões de pessoas fazem correntes, e colocam até fotos bonitinhas e fofinhas em sites de relacionamentos, todo mundo querendo lembrar da sempre festejada e jamais esquecida infância. Para muitos, foi a melhor época das vidas, era o tempo que a gente era feliz e não sabia, não tínhamos preocupações, responsabilidades, para uns, a infância foi aquela fase mais distante, avessa a tecnologia, para outros a tecnologia domina tudo, o que será um padrão daqui pra frente, cada vez mais jovens, as pessoas vão aderindo a tecnologia, a bola de futebol as vezes é esquecida, e a bola de gude nem se fala mais, o que eu tenho pra falar pra todas as crianças, adultas ou não, é que devemos tirar o melhor de cada fase da vida, da infância a alegria de viver.
domingo, 25 de setembro de 2011
Queria entender.
Queria entender o que realmente passa pela cabeça, entender todos os pensamentos, as emoções, as ilusões e a realidade, o que de fato acontece, e o que é somente ilusório, queria as chaves de todas as saídas, as peças de todos os quebra-cabeças, a fórmula mágica pra poder por em pequenas doses tudo que se sente. Eu queria sair por aí dirigindo um caminhão, ou um corcel 87, pescar nos rios mais cristalinos, navegar no meio do mar, num navio, ou numa canoa, só pra sentir o cheiro de liberdade, eu queria controlar o incontrolável, ler mentes, queria tanto que sentimentos viessem com um manual de instrução, na verdade, de tanto querer , só restou o que quero, o que não controlo, e o que me faz ser eu mesmo a cada dia.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Não me conformo.
Quando alguém que nós amamos muito morre, além do famoso clichê do sinto muito, o que mais ouvimos é que vamos ter que nos conformar, quando alguém nos decepciona, se distancia, ou simplesmente se muda, volta o papo, você tem que se conformar. Ao meu ver, conformar é sinônimo de comodidade, se acomodar, se acostumar, com o que aconteceu, será? Se for eu não me conformo. Como pode alguém se acostumar com o que nos faz mal, com o que nos faz triste, como o que já não serve mais? Certas coisas a gente fala, e não percebe o sentido real das coisas, contudo, eu peço a vocês, caros amigos, não se acostume com nada, não se conforme com nada, por mais belo que seja, um dia acaba, por mais de bem com a vida que você possa está, sempre há objetivos a serem alcançados, nunca acredite em quem diz: ‘Tenho tudo que preciso’ , quem o diz, não o tem, portanto, não se acostume, quem tem alguma coisa na vida ,pode ter tudo, mas quem não tem certeza de que tem nada, esse sim, além de precavido, pode ter tudo.
sábado, 13 de agosto de 2011
Comunicado
Queridos amigos, leitores, colaboradores, em breve aqui terá uma novidade pra vocês, vem sendo trabalhado nos bastidores, e segundo fontes irrefutáveis, fará o maior sucesso, aguardem.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Destino com prefixo re
O destino ousa em nos pregar peças, e nós ousamos em desafia-lo, a nunca segui-lo, e a sempre acreditar que há um final feliz, por mais que estejamos alegres, vem o destino e muda nosso humor, acontece também quando estamos tristes, o destino não é bom ou ruim, não nos quer mal ou bem, só não nos quer acomodados com o que nós temos, ele nos quer lutando, reagindo, caindo, levantando, na verdade, destino tem a ver com um prefixo: re, ele nos quer reagindo, redescobrindo, reinventando, ressurgindo, e por último, revivendo, para o destino, nós somos uma mera peça de xadrez, as vezes somos torre, as vezes rei, em outras peão, a vida pede isso, o destino quer isso, todos nós temos que tá em cima, pra depois subir, e quando já estamos lá em cima, e esquecemos o esforço que foi pra subir, caímos, pra aprender como subir de novo, e quão difícil foi, caro amigo(a), que está lendo, dividindo isso comigo, por mais que o vilão,(ou mocinho destino) apronte, siga seu coração, faça o que você quer, e se importe apenas com você, e não com o que os outros pensam, seja só você, simples assim, e eu acredito que o destino te fará uma pessoa melhor a cada queda.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O menino
O menino pacato sumiu, e deu lugar há alguém que de pacato não tem nada, a timidez sumiu, e no lugar dela surge alguém novo, extrovertido, que faz com que as pessoas sorriam o tempo todo, crises de sorrisos que geram até lágrimas, a pessoa anti-social também se foi, e assim como um vulcão em erupção nasce uma nova pessoa, bem social, as vezes até mais que deveria, carismática, comunicativa, que fala pelos cotovelos, que vai conquistando pessoas, amigos, amores, e tudo que um dia sonhava ser. O sonho nunca tem fim, nunca se realiza por completo, as pessoas sempre almejam algo a mais que tem, sempre querem poder, ter, conhecer entre outros verbos, o sonho nunca termina, a esperança nunca morre, mas o menino, a cada dia tem mais motivos pra se orgulhar, tem mais histórias pra contar, sabe do seu valor, sabe como conquistar, o menino, que antes também romântico, hoje é duro e frio como um iceberg, o menino que conquista, que brinca, que sonha, que faz rir, que se comunica, diverte, e faz novos amigos, só não aprender uma coisa, talvez a mais importante, o menino cheio de qualidades, e alguns defeitos, ainda não aprendeu a amar.
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