segunda-feira, 18 de julho de 2011

O menino

O menino pacato sumiu, e deu lugar há alguém que de pacato não tem nada, a timidez sumiu, e no lugar dela surge alguém novo, extrovertido, que faz com que as pessoas sorriam o tempo todo, crises de sorrisos que geram até lágrimas, a pessoa anti-social também se foi, e assim como um vulcão em erupção nasce uma nova pessoa, bem social, as vezes até mais que deveria, carismática, comunicativa, que fala pelos cotovelos, que vai conquistando pessoas, amigos, amores, e tudo que um dia sonhava ser. O sonho nunca tem fim, nunca se realiza por completo, as pessoas sempre almejam algo a mais que tem, sempre querem poder, ter, conhecer entre outros verbos, o sonho nunca termina, a esperança nunca morre, mas o menino, a cada dia tem mais motivos pra se orgulhar, tem mais histórias pra contar, sabe do seu valor, sabe como conquistar, o menino, que antes também romântico, hoje é duro e frio como um iceberg, o menino que conquista, que brinca, que sonha, que faz rir, que se comunica, diverte, e faz novos amigos, só não aprender uma coisa, talvez a mais importante, o menino cheio de qualidades, e alguns defeitos, ainda não aprendeu a amar.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Férias. (?)

Algum tempo sem escrever, milhares de coisas na mente pra por no papel, correto? Não.
Queria ter o que falar, do que escrever, sobre o que argumentar, assuntos pra debater, queria ter tantas coisas nessas férias que não servem absolutamente pra nada, salvo descansar um corpo já descansado, ou perder o café por acordar no horário da tarde, e perder todo um dia no qual eu não teria nada pra fazer mesmo. Férias é o nome disso, deveriam trocar de nome, vai que melhora né? Ou deveria não ter férias, ta aí, acho que se elas não existissem imaginaríamos que elas seriam ótimas, vivíamos em busca das férias, mas quando temos, vivemos em busca da volta as aulas, do trânsito, da vida corrida, de desigualdades e oportunidades, ah, as aulas.. um terror quando começam, um alívio quando acabam, um alívio quando começam, e um terror quando acabam, tão intensas quanto paradoxais.